Derepente me senti de saco cheio.
Não sinto mais vontade de nada, parece que tudo vai desmoronar.
As pessoas me irritam, minha vida me irrita.
Estou dura, meu coração parece uma pedra,já me disseram que quando perdemos alguém deixamos os sentimentos escondidos e é asism que me sinto hoje.
Não sinto quando as pessoas me dizem que estão com problemas...
Estou frustrada por não conseguir mudar...
Mais um ano começou e o que mudou na minha vida?
A única coisa que mudou é a saudade enorme que tenho dentro do peito é a falta que o maior homem da minha vida faz...
Cara como é dificil ter que aceitar, ter que continuar e crescer...
Tenho que ter forças, mas tá dificil...
Papai, me ajude a superar, quero crescer, quero ter novas experiências, novos ares novos amores...
Sinto sua falta...
Será que vou continuar com minhas idéias?
Será que minha ideologia vai mudar?
Não quero mudar, quero ser eu mesma e continuar desenvolvendo o meu trabalho, mas preciso de expectativas, preciso de mudanças...
Tô de saco cheio de viver a mesma coisa todos os dias...
"Seu eu pudesse voltar no tempo cometeria os mesmos erros, só que mais cedo."
Rifa - se um coração!
Postado por
Natália Oliveira
às
20:06
domingo, 29 de novembro de 2009
Rifa-se um coração.
“Rifa-se um coração quase novo.
Um coração idealista.
Um coração como poucos.
Um coração à moda antiga.
Um coração moleque que insiste
em pregar peças no seu usuário.
Rifa-se um coração que na realidade está um
pouco usado, meio calejado, muito machucado
e que teima em alimentar sonhos e, cultivar ilusões.
Um pouco inconseqüente que nunca desiste
de acreditar nas pessoas.
Um leviano e precipitado coração
que acha que Tim Maia
estava certo quando escreveu...
"...não quero dinheiro, eu quero amor sincero,
é isso que eu espero...".
Um idealista...Um verdadeiro sonhador...
Rifa-se um coração que nunca aprende.
Que não endurece, e mantém sempre viva a
esperança de ser feliz, sendo simples e natural.
Um coração insensato que comanda o racional
sendo louco o suficiente para se apaixonar.
Um furioso suicida que vive procurando
relações e emoções verdadeiras.
Rifa-se um coração que insiste em cometer
sempre os mesmos erros.
Esse coração que erra, briga, se expõe.
Perde o juízo por completo em nome
de causas e paixões.
Sai do sério e, às vezes revê suas posições
arrependido de palavras e gestos.
Este coração tantas vezes incompreendido.
Tantas vezes provocado.
Tantas vezes impulsivo.
Rifa-se este desequilibrado emocional
que abre sorrisos tão largos que quase dá
pra engolir as orelhas, mas que
também arranca lágrimas
e faz murchar o rosto.
Um coração para ser alugado,
ou mesmo utilizado
por quem gosta de emoções fortes.
Um órgão abestado indicado apenas para
quem quer viver intensamente
contra indicado para os que apenas pretendem
passar pela vida matando o tempo,
defendendo-se das emoções.
Rifa-se um coração tão inocente
que se mostra sem armaduras
e deixa louco o seu usuário.
Um coração que quando parar de bater
ouvirá o seu usuário dizer
para São Pedro na hora da prestação de contas:
"O Senhor pode conferir. Eu fiz tudo certo,
só errei quando coloquei sentimento.
Só fiz bobagens e me dei mal
quando ouvi este louco coração de criança
que insiste em não endurecer e,
se recusa a envelhecer"
Rifa-se um coração, ou mesmo troca-se por
outro que tenha um pouco mais de juízo.
Um órgão mais fiel ao seu usuário.
Um amigo do peito que não maltrate
tanto o ser que o abriga.
Um coração que não seja tão inconseqüente.
Rifa-se um coração cego, surdo e mudo,
mas que incomoda um bocado.
Um verdadeiro caçador de aventuras que ainda
não foi adotado, provavelmente, por se recusar
a cultivar ares selvagens ou racionais,
por não querer perder o estilo.
Oferece-se um coração vadio,
sem raça, sem pedigree.
Um simples coração humano.
Um impulsivo membro de comportamento
até meio ultrapassado.
Um modelo cheio de defeitos que,
mesmo estando fora do mercado,
faz questão de não se modernizar,
mas vez por outra,
constrange o corpo que o domina.
Um velho coração que convence
seu usuário a publicar seus segredos
e a ter a petulância de se aventurar como poeta...”
Por Clarice Lispector
“Rifa-se um coração quase novo.
Um coração idealista.
Um coração como poucos.
Um coração à moda antiga.
Um coração moleque que insiste
em pregar peças no seu usuário.
Rifa-se um coração que na realidade está um
pouco usado, meio calejado, muito machucado
e que teima em alimentar sonhos e, cultivar ilusões.
Um pouco inconseqüente que nunca desiste
de acreditar nas pessoas.
Um leviano e precipitado coração
que acha que Tim Maia
estava certo quando escreveu...
"...não quero dinheiro, eu quero amor sincero,
é isso que eu espero...".
Um idealista...Um verdadeiro sonhador...
Rifa-se um coração que nunca aprende.
Que não endurece, e mantém sempre viva a
esperança de ser feliz, sendo simples e natural.
Um coração insensato que comanda o racional
sendo louco o suficiente para se apaixonar.
Um furioso suicida que vive procurando
relações e emoções verdadeiras.
Rifa-se um coração que insiste em cometer
sempre os mesmos erros.
Esse coração que erra, briga, se expõe.
Perde o juízo por completo em nome
de causas e paixões.
Sai do sério e, às vezes revê suas posições
arrependido de palavras e gestos.
Este coração tantas vezes incompreendido.
Tantas vezes provocado.
Tantas vezes impulsivo.
Rifa-se este desequilibrado emocional
que abre sorrisos tão largos que quase dá
pra engolir as orelhas, mas que
também arranca lágrimas
e faz murchar o rosto.
Um coração para ser alugado,
ou mesmo utilizado
por quem gosta de emoções fortes.
Um órgão abestado indicado apenas para
quem quer viver intensamente
contra indicado para os que apenas pretendem
passar pela vida matando o tempo,
defendendo-se das emoções.
Rifa-se um coração tão inocente
que se mostra sem armaduras
e deixa louco o seu usuário.
Um coração que quando parar de bater
ouvirá o seu usuário dizer
para São Pedro na hora da prestação de contas:
"O Senhor pode conferir. Eu fiz tudo certo,
só errei quando coloquei sentimento.
Só fiz bobagens e me dei mal
quando ouvi este louco coração de criança
que insiste em não endurecer e,
se recusa a envelhecer"
Rifa-se um coração, ou mesmo troca-se por
outro que tenha um pouco mais de juízo.
Um órgão mais fiel ao seu usuário.
Um amigo do peito que não maltrate
tanto o ser que o abriga.
Um coração que não seja tão inconseqüente.
Rifa-se um coração cego, surdo e mudo,
mas que incomoda um bocado.
Um verdadeiro caçador de aventuras que ainda
não foi adotado, provavelmente, por se recusar
a cultivar ares selvagens ou racionais,
por não querer perder o estilo.
Oferece-se um coração vadio,
sem raça, sem pedigree.
Um simples coração humano.
Um impulsivo membro de comportamento
até meio ultrapassado.
Um modelo cheio de defeitos que,
mesmo estando fora do mercado,
faz questão de não se modernizar,
mas vez por outra,
constrange o corpo que o domina.
Um velho coração que convence
seu usuário a publicar seus segredos
e a ter a petulância de se aventurar como poeta...”
Por Clarice Lispector
Que país complicado!?
Postado por
Natália Oliveira
às
21:22
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Como é dificil entender esse país.
Uma hora apoiamos os EUA, outra hora tentamos negociar para que suas tropas fiquem longe do nosso pais...
E depois apoiamos um país pobre em guerra com o narcotráfico.
Onde vamos parar, ajudando os ricos a destroirem pobres como nos ou ajudaremos os pobres a ter dignidade para lutar contra os ricos?
Acho que o final dessa história já sabemos, como sempre o poder vai mandar, o dinheiro reina em nossa sociedade e a cada dia temos mais famintos, pessoas na rua, familias inteiras sem saber onde morar e só pedindo dignidade.
Não sei o que meus compatriotas faram só sei que eu sempre estarei do lado dos oprimidos mostrando a bunda para a burguesia.
Você pode achar que sou um tanto rebelde, mas sou apenas uma jovem querendo o melhor para esse mundo que esta indo de mal a pior cada vez que deixa o dinheiro falar mais alto do que o coração.
Natália Oliveira
Uma hora apoiamos os EUA, outra hora tentamos negociar para que suas tropas fiquem longe do nosso pais...
E depois apoiamos um país pobre em guerra com o narcotráfico.
Onde vamos parar, ajudando os ricos a destroirem pobres como nos ou ajudaremos os pobres a ter dignidade para lutar contra os ricos?
Acho que o final dessa história já sabemos, como sempre o poder vai mandar, o dinheiro reina em nossa sociedade e a cada dia temos mais famintos, pessoas na rua, familias inteiras sem saber onde morar e só pedindo dignidade.
Não sei o que meus compatriotas faram só sei que eu sempre estarei do lado dos oprimidos mostrando a bunda para a burguesia.
Você pode achar que sou um tanto rebelde, mas sou apenas uma jovem querendo o melhor para esse mundo que esta indo de mal a pior cada vez que deixa o dinheiro falar mais alto do que o coração.
Natália Oliveira
Gostava Tanto de Você! (Te amo eternamente Papis)
Postado por
Natália Oliveira
às
20:31
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Não sei porque você se foi
Quantas saudades eu senti
E de tristezas vou viver
E aquele adeus não pude dar...
Você marcou na minha vida
Viveu, morreu
Na minha história
Chego a ter medo do futuro
E da solidão
Que em minha porta bate...
E eu!
Gostava tanto de você
Gostava tanto de você...
Eu corro, fujo desta sombra
Em sonho vejo este passado
E na parede do meu quarto
Ainda está o seu retrato
Não quero ver prá não lembrar
Pensei até em me mudar
Lugar qualquer que não exista
O pensamento em você...
E eu!
Gostava tanto de você
Gostava tanto de você...
Não sei porque você se foi
Quantas saudades eu senti
E de tristezas vou viver
E aquele adeus não pude dar...
Você marcou em minha vida
Viveu, morreu
Na minha história
Chego a ter medo do futuro
E da solidão
Que em minha porta bate...
E eu!
Gostava tanto de você
Gostava tanto de você...
Eu corro, fujo desta sombra
Em sonho vejo este passado
E na parede do meu quarto
Ainda está o seu retrato
Não quero ver prá não lembrar
Pensei até em me mudar
Lugar qualquer que não exista
O pensamento em você...
E eu!
Gostava tanto de você
Gostava tanto de você...
Eu gostava tanto de você!
Eu gostava tanto de você!
Eu gostava tanto de você!
Eu gostava tanto de você!
Tim Maia
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